Essaouira pelo Atlas

Quinta-feira decidimos alugar um carro para ir de Marraquexe a Essaouira, mas escolhendo um percurso bem longo de forma a poder percorrer parte das montanhas do Atlas até desaguarmos, finalmente, nas águas do também nosso Altântico.
Tirando o abusador calor, viagem linda, as cores das montanhas dão azo à flutuação da imaginação, mais a mais porque vão tendo a ajuda das imagens de uns Casbás. Sobe-se, sobe-se, sobe-se, para depois descer-se, descer-se, descer-se. Uh,uh, estamos no deserto e momentos depois estaremos junto ao oceano.
Essaouira, pois.
Como sexta-feira amanheci com uma má disposição incrível (talvez uma quase gastroenterite), a única coisa que conheci de Essaouira foi os bancos de pedra que iam surgindo pelo caminho e que eu rapidamente ocupava para me deitar um pouco. Como ao fim da manhã as tonturas persistiam, desisti dos meus intentos turísticos e recolhi-me à caminha do meu riad para apenas dela sair para ver o por do sol no mar junto aos canhões da fortaleza.

Esperava que no sábado pudesse recuperar o tempo perdido e conhecer tudo o que havia a conhecer. Mas logo a madrugada e dia seguinte haviam de ser passadas a tratar das outras duas que, essas sim, tiveram direito a gastroenterite a sério.
Por isso, mana Sofia, desta não te escapas, e sobre Essaouira, a antiga Mogador, tens de te debruçar tu.

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