Agil

Aproveitando que os últimos dois posts foram sobre sketches, sigo no mesmo tema com umas linhas dedicadas à única desenhadora que conheço – e logo uma das melhores. Sorte minha. Sorte nossa. É confirmar em 
e em
Ana Gil (que está presente no livro “Urban Sketchers em Lisboa – desenhando a cidade”) sai por aí e desenha qualquer coisa que desperte as suas emoções, seja uma boa refeição, um bom concerto, uma boa paisagem; ou podem até nem ser bons, mas serão merecedores de uns traços num caderno. E o resultado é sempre de bom para cima.
O traço é distinto e a obra gráfica é acompanhada por palavras sempre certeiras – um verso, um pensamento, um desabafo -, inspiração buscada muitas vezes em citações de grandes autores. Um exemplo desta parceira de desenho e literatura:
Sobre a comida, ” (…) uma operação que se realiza duas ou três vezes por dia e cujo fim é alimentar a vida merece certamente todos os nossos cuidados. ” – Margherite Yourcenar, em Memórias de Adriano.

Este tema da comida é um dos mais presentes na sua obra. Tal como o Gin – sobre o qual tem obra recente publicada (“Vamos Beber um Gin?”, edição da Casa das Letras e Gin Lovers). A atenção que é posta em cada detalhe não deixa dúvidas – Ana ou acaba por comer a comida fria ou vê os amigos a ficarem com a sua parte. 
Mais seguro será dedicar-se à observação demorada das gentes e paisagens. Assim nós continuamos a ganhar e Ana não sai a perder.
Como aqui

e aqui

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