Mais Petra

Petra está situada no que hoje conhecemos por Jordânia, mas historicamente esta era uma região de algum apelo comercial por ficar entre Damasco e a Península Arábica. Por lá passaram vários povos neolíticos antes de os Nabateus aí se estabelecerem no século IV a.C. e criarem a cidade que hoje desperta todos os nossos sentidos, causando-nos uma extrema admiração e um entusiasmo sem fim.
No século I a.C. os romanos começaram a rondar Petra até que em 106 d.C. a tomam em definitivo aos Nabateus. Assim, para além das influências helénicas dos Nabateus, passamos a assistir à introdução na cidade de influências romanas – o teatro, por exemplo, apesar de construído pelos Nabateus viria a ser alargado pelos romanos – e, pouco mais tarde, influências bizantinas.
O declínio de Petra aconteceu durante o domínio romano, principalmente por se terem passado a utilizar rotas marítimas no comércio. Todavia, um terramoto no século IV d.C. Contribuiu para acentuar ainda mais o seu declínio.

Até que em 1812 o suíço Johann Ludwig Burckhardt, que já desconfiava da sua existência e para melhor se movimentar na região se disfarçou de árabe, deu com Petra e a apresentou ao mundo ocidental.

Outro europeu, neste caso escocês, o pintor David Roberts (1796-1864) fez com que a imagem de Petra rodasse o mundo através das suas pinturas.

Inesquecível é também a imagem de Petra, em especial, do Tesouro, que Hergé e o seu Tintin nos deixaram com o livro “Carvão no Porão”.

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